Bem eu sei a fonte ...

[Eucaristia e Liturgia das Horas]

“Bem eu sei a fonte que mana e corre,
Mesmo sendo noite!


Sei que não pode haver coisa tão bela
e sei que os céus e a terra bebem dela
Mesmo sendo noite!
Aquela eterna fonte está escondida
neste pão vivo para dar-nos vida
Mesmo sendo noite!”

São João da Cruz

Tendo sido alcançada por Jesus, Cristo vivo, cheia de fé, a carmelita vive na esperança de ser transformada em Amor. Por isso, corre para a Nascente da Água Viva, a Eucaristia, que vive como o momento mais intenso da sua vida de oração; é a sua suma acção de graças, o sumo louvor, o sumo reconhecimento da sua pequenez e da suma grandeza da Santíssima Trindade. De novo e sempre de novo, na escuta amorosa do Verbo, o Verbo faz-Se carne e habita entre nós, e em nós!
Envoltos no Amor infinito, que é o Espírito Santo, Jesus e ela entregam-se mutuamente, e n'Ele, a carmelita é oferecida ao Pai, e nesta oferta, arrasta com ela tudo o que leva no coração: todos e cada um que se entregam à sua oração. A força do amor, dilata o seu coração e a carmelita oferecendo-se a si mesma, oferece os sãos e os doentes; os crentes e os descrentes; os  humildes e os soberbos,  os santos e os pecadores, a terra e o universo, a Igreja e a Humanidade... tudo a carmelita leva à presença da Misericórdia do Bom Deus!
E como prolongamento da Eucaristia, a carmelita reza a oração litúrgica da Igreja, fonte d'Aquela Nascente Eucarística, onde, ao longo do dia, vai matar a sede do bem e da verdade, na escuta amorosa da Palavra do seu Deus e sob o Seu olhar quer permanecer.

 

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"Eu sou o pão vivo que desci do Céu"
 

 

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